sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Crônica 2

“Neutrino chegou 60 nano segundos antes da luz.
Feito seria 'impossível', segundo teoria de Einstein.”
À velocidade da luz
  Em 22 de Janeiro de 2011, vários cientistas europeus decidiram se juntar para reproduzir um experimento que contrariaria uma das leis de Einstein, que dizia que um átomo não poderia chegar a uma velocidade superior à velocidade da luz.
  Vários meses se passaram, e os cientistas conseguiram finalmente atingir o seu objetivo, mesmo passando por problemas financeiros (causados pela falta de verbas provenientes do governo, que não acreditava no potencial do experimento), problemas de união da equipe (na qual acabaram por encontrar um espião entre os cientistas, que passaria todas as informações para um grupo inimigo), e finalmente chega o dia da apresentação final do experimento.
  Vários outros famosos cientistas e jornalistas compareceram ao evento, e todos estavam muito ansiosos para ver o resultado de tantos meses de esforço árduo. O cientista que se sobressaiu na equipe ligou o aparelho e todos assistiam ao enorme desastre, quando a máquina começou a pegar fogo e as moléculas começaram a se juntar e criar um enorme bloco de velocidade infinita, conseguindo atingir uma velocidade enormemente maior do que a velocidade da luz e o cientista que causou o problema acendendo um cigarro próximo a maquina grita:
-EURECA! Finalmente conseguimos ultrapassar a velocidade da luz!

Pedro Henrique

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Crônica 1

"Com o objetivo de recuperar o atraso com a tecnologia fast-churning que toca a vida de crianças todos os dias, a Comissão Federal de Comércio nesta quinta-feira proposta há muito aguardada alterações aos regulamentos cobrindo privacidade on-line para crianças." - http://www.nytimes.com/2011/09/16/technology/ftc-proposes-updates-to-law-on-childrens-online-privacy.html?_r=1&ref=technology

 “Amiga” de jogo
   Chega em casa o pequeno Pedro, vindo da escola de um dia inteiro de aulas exaustivas, e já vai direto para o computador, a fim de criar uma conta em um jogo  popular da internet, que todos os seus amigos já estão jogando.
   Entra no site e vê a área de inscrição, que pedia apenas seu nome e que criasse uma senha. Apertou o botão seguir, e se encaminhou para a próxima página. Na outra  página, aparece uma  tela enorme, com vários campos de digitação, apenas de informações pessoais, como endereço, CPF, RG, tanto seus quanto os dos seus pais. Como todos os seus amigos já antes tinham passado pelo mesmo processo a muito tempo, teve confiança e digitou tais informações. Passou de página mais uma vez e viu um enorme texto, uma espécie de termos de contrato. Viu o exto, e decidiu ler, só porque não tinha nada melhor para fazer.
   Era um texto absurdo! Via varias frases como: “No caso de roubo de informações, o site não se responsabilizará pela situação”, ou até mesmo ”Nossa empresa não se responsabilizará por erros na conta do usuário ou dinheiro do jogo comprado sem autorização do usuário”, ou até o clássico “Nós não nos responsabilizamos pelas suas relações online”.  Hesitante, finalmente apertou o botão ”Li e aceito os termos de usuário”, e finalmente criou sua conta.
   Uma semana se passou, com ele jogando direto, em um vício sem fim. Conheceu uma garota, no jogo, e decidiu se encontrar com ela. Marcaram de se encontrar na frente de um pequeno bar, próximo da casa dele, o qual ele ia quase todo final de semana. Chegando lá, com pontualidade britânica, só viu um homem de meia idade, que também parecia estar esperando alguém. Passaram- se horas e ele decidiu perguntar ao homem quem ele estava procurando.

Estou apenas esperando um garotinho, um tal de pedr09176, que eu conheci em um jogo na internet, e você?

Nada, não. Já estava até de saída.

 Disse o pequeno, e agora assustado, Pedro.